As setes crianças internadas por comerem veneno de rato dentro da Escola Municipal Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, no bairro Alvorada, em Cuiabá, estão estabilizadas e permanecem em observação médica. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), todas estão conscientes sem uso de suporte respiratório ou de outros equipamentos.
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Em nota, a SMS informou que seis crianças estão internadas no Centro Materno Infantil (CMI) e uma permanece no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC). A idade das crianças não foi divulgada pela Pasta.
De acordo com o informe, a permanência nas unidades hospitalares atende uma medida de segurança e recomendação do Centro de Informação e Assistência Toxicológica (CIATox), que orientou 96h, que corresppondem a quatro dias de internação, para acompanhar possíveis riscos de alteração sanguínea.
Como publicado pelo HNT, as crianças precisaram ser atendidas às pressas após uma delas levar o veneno na mochila e oferecer para os colegas. A criança responsável pelo caso foi a mais afetada e após passar por avaliação na UPA Morada do Ouro, foi encaminhada para ao HMC.
Em nota, a Prefeitura de Cuiabá ressaltou que todas as medidas necessárias foram adotadas desde a identificação da ocorrência e afirmou que as crianças estão fora de perigo. "As crianças estão recebendo toda a assistência necessária e, neste momento, encontram-se fora de perigo", afirmou a nota.
Leia nota na íntegra
A Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá informa que as sete crianças da Escola Municipal Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, localizada no bairro Alvorada, que tiveram contato com uma substância identificada preliminarmente como veneno de rato, na segunda-feira (10), permanecem em acompanhamento médico.
Seis crianças estão internadas no Centro Materno Infantil (CMI) e uma permanece no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC). Todas estão clinicamente bem, conscientes, conversando e em leitos de enfermaria, sem necessidade de suporte respiratório ou de outros equipamentos para manutenção das funções vitais.
A permanência hospitalar ocorre por medida de segurança e observação. A equipe do Centro de Informação e Assistência Toxicológica (CIATox) orientou a manutenção da internação pelo período de 96 horas, devido ao risco de possíveis alterações na coagulação sanguínea decorrentes da exposição à substância.
As crianças seguem sendo acompanhadas pelas equipes médicas e, até o momento, apresentam quadro clínico estável.
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