O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) afirmou que a Agência de Desenvolvimento Metropolitano do Vale do Rio Cuiabá está em processo de reativação. O órgão será responsável pela administração dos terminais do BRT (Ônibus de Trânsito Rápido) será administrado na Capital e Várzea Grande.
O primeiro trecho do modal que ligará o Aeroporto Internacional Marechal Rondon a região do CPA está em fase de conclusão e será entregue até o final de junho. De acordo com Pivetta, o que faltam são detalhes nas construções dos terminais.
O governador também adiantou que o Executivo estadual está concentrado agora nos orçamentos dos ônibus elétricos. A previsão é que o edital seja publicado em 10 de julho. Após a compra dos veículos, iniciará a fase de teste do modal. Otaviano Pivetta assumiu o compromisso de que o trecho um estará em pleno fucionamento até final do ano.
"Até o final deste ano estará rodando os veículos do aeroporto até o CPA e do CPA até o aeroporto, os mais modernos veículos de transporte coletivos que tem no mercado, seguros, confortáveis, econômicos, ambientalmente corretos, dois terminais para carregamento de bateria, um no CPA e um no Aeroporto, e quem vai tocar vai ser a Agência Metropolitana do Estado", afirmou Otaviano Pivetta à TV Vila Real nesta quinta-feira (25).
Pivetta relembrou como foi o ínicio do projeto, prometido para a Copa de 2014. Ele lamentou o empenho de recursos públicos para o VLT (Veículo Leve sob Trilhos) e criticou o fato de que os trens foram comprados antes que a construção fosse iniciada.
"Para você ver o tamanho da falta de responsabilidade, foram comprados os trens antes de fazer os trilhos. Então, não houve estudo para entender o que é o VLT e para saber que não poderia ser feito aquele modal para as necessidades que nós temos aqui em Cuiabá e Várzea Grande".
Ao assumir, o ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) determinou a mudança do modal de VLT para BRT. Pivetta atribuiu a lentidão das obras ao consórcio contratado e destacou que as empreiteiras eram "acima de qualquer suspeita", mas foi comprovado a incapcidade do grupo de entregar a tempo, por isso, foi necessário repensar como o BRT seria viabilizado.
"Para nós, foi muito triste, mas nós reativamos, refizemos o o projeto, refizemos a licitação, contratamos uma uma nova um novo consórcio e estamos entregando o primeiro trecho", concluiu o governador.
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