Segundo a assessoria de imprensa do ministro, consta do pedido que o paciente apresenta problemas cardíacos.
A primeira acusação veio à tona na semana passada, quando a família de uma jovem de 18 anos procurou ministros da Corte. Segundo os relatos, a vítima passava férias com os pais e a família do ministro no imóvel dele, localizado em Santa Catarina. O ministro teria tentado agarrar a jovem à força.
O caso está sendo investigado no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e no Supremo Tribunal Federal (STF). O STJ abriu uma sindicância para apurar os relatos. Nesta terça-feira, a Corte realiza nova sessão a portas fechadas para decidir se abre nova sindicância para averiguar a segunda denúncia.
Na denúncia divulgada nesta semana, uma mulher que trabalhou com o ministro relatou fatos similares ao primeiro caso. Os dois processos estão sob sigilo no CNJ.
Os advogados João Costa, João Pedro Mello e Maria Fernanda Saad, que conduzem a defesa de Buzzi, dizem que ele "não cometeu qualquer ato impróprio". A defesa afirma que "vazamentos instantâneos de informações sigilosas sobre fatos não verificados são um truque sórdido", e que "tribunais, com magistrados experientes e ritos depurados ao longo de séculos, não podem ser substituídos por 'juízes' e opiniões inflamadas".
(Com Agência Estado)
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