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AgroHiper Domingo, 15 de Fevereiro de 2026, 11:26 - A | A

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DIFICULDADES CLIMÁTICAS

Chuvas intensas desafiam colheita da soja em Mato Grosso na safra 2026

Excesso de chuvas atrasa colheita da soja, preocupa produtores e pode impactar contratos e qualidade dos grãos em Mato Grosso

DA REDAÇÃO

A colheita da soja em Mato Grosso na safra 2025/26 tem enfrentado dificuldades devido ao excesso de chuvas registrado nas últimas semanas. De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), até 6 de fevereiro, 39,61% da área prevista havia sido colhida, avanço de 11,03 pontos percentuais em relação à semana anterior.

Nos últimos quinze dias, os acumulados de chuva variaram entre 90 mm e 150 mm em diferentes regiões produtoras. O cenário preocupa agricultores, que relatam impactos na operação das máquinas, perda de qualidade dos grãos e atrasos na janela ideal para o milho segunda safra.

Segundo o presidente da Aprosoja MT, Lucas Costa Beber, a colheita mais tardia em algumas áreas pode comprometer a produtividade e aumentar a pressão de pragas e doenças, como percevejo, mosca-branca e ferrugem asiática. O diretor administrativo da entidade, Diego Bertuol, acrescenta que os atrasos dificultam o cumprimento de contratos e afetam o fluxo de caixa das propriedades.

Produtores relatam que, em algumas regiões, como Feliz Natal, a colheita só avança em períodos de tempo firme. A alta umidade dos grãos, próxima de 30%, tem levado agricultores a retirar a soja do campo mesmo em condições desfavoráveis para evitar perdas maiores.

O atraso no plantio, iniciado em outubro, também contribuiu para o acúmulo de áreas em colheita simultânea. Apesar disso, o milho já alcançou 28% da área prevista, índice superior ao mesmo período do ano passado, embora a tendência seja de desaceleração nas próximas semanas.

As projeções climáticas indicam novos acumulados de chuva entre 65 mm e 95 mm em parte do estado, o que pode limitar temporariamente o avanço das máquinas. A Aprosoja MT afirma que segue monitorando a situação e reforça a necessidade de cautela e planejamento para reduzir perdas e garantir a continuidade da produção.

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