O senador e pré-candidato ao governo, Wellington Fagundes (PL), afirmou que "cisca pra dentro" sobre aliança com o MDB por apoio a sua chapa e sinalizou como moeda de troca a legenda, espaço para compor com acordos às suplências ao Senado e vice. Fagundes reiterou que o Partido Liberal terá apenas um candidato ao Senado, o deputado federal José Medeiros (PL), cujo nome é defendido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mas explicou que não fechará as portas para nenhum partido que queria coligar, principalmente, o da sua nora, a deputada estadual e presidente do MDB em Mato Grosso, Janaina Riva.
O PL está reticente sobre a aliança com Janaina. A ala ligada a Zé Medeiros e o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), são contrárias a união com emedebistas. No entanto, a nacional a missão de eleger o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (Pl-RJ) extrapola a barreira ideológica e o presidente do PL em MT, Ananias Filho, já demonstrou que a possibilidade de um acordo com o MDB é uma realidade.
Fagundes acompanha a mesma linha de raciocínio. Para o pré-candidato ao governo, o que vale é garantir a vitória nas urnas. "Os partidos que quiserem coligar estarão no meu partido. O PL só tem um candidato a senador que é o José Medeiros e a outra vaga vamos fazer composições", falou o senador ao Resumo do Dia nessa segunda-feira (8).
O ex-governador Mauro Mendes (União Braisl) tem a preferência para ocupar a outra vaga ao Senado. Escalar Mauro para 'dobradinha' com Medeiros era o plano de Jair Bolsonaro. Porém, o PL repensou a conjectura depois que Mendes tentou enterrar a candidatura própria do partido ao governo, extinguindo Wellington do pleito para o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) receber o apoio da extrema-direita.
Fagundes minimizou, afirmando que a disputa acirrada é natural e acentuou que as chapas à majoritária do PL só serão reveladas na convenção.
"A disputa vai exister daqui até a convenção, é natural", concluiu.
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