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Política Sábado, 25 de Abril de 2026, 12:34 - A | A

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APRENDIZ DO PAI

Ranalli admite que Flávio Bolsonaro precisa "ganhar musculatura", mas crava superação dos votos de Jair em MT

O vereador por Cuiabá acredita que perfil moderado do presidenciável o fará conquistar os votos dos eleitores mais ao centro e dos indecisos

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Da Redação

CAMILA RIBEIRO

O vereador por Cuiabá, Rafael Ranalli (PL), admitiu ao HNT TV Entrevista que o senador e pré-candidato à presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ainda precisa "ganhar musculatura política", mas o conservador manteve o otimismo e cravou que o filho '01' do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) vai superar os votos do pai em Mato Grosso, vencendo, novamente, a esquerda no estado.

É fato que ele precisa ganhar mais musculatura política

Nas eleições de 2022, quando Jair pleiteou a reeleição e foi derrotado pelo presidente Lula (PT) no segundo turno, MT foi uma das regiões que deu a vitória a Bolsonaro. Ele alcançou 65,08% enquanto Lula 34,92%.

Ranalli acredita que Flávio caminha para um cenário semelhante, com a vantagem que é mais moderado que o pai, o que, para o vereador, é uma característica que o levará a vencer Lula em um eventual segundo turno nas eleições 2026.

"É fato que ele precisa ganhar mais musculatura política", reconheceu o vereador. "Mas deve-se medir o apoio do conglomerado político a Flávio. Toda a máquina de votos mato-grossense tende a pedir votos para ele. Eu já cravo uma aposta: com certeza o Flávio Bolsonaro fará mais votos que o Jair Bolsonaro no segundo turno", completou Rafael Ranalli.

Daniel Souza/HNT TV

Rafael Ranalli

O vereador por Cuiabá, Rafael Ranalli (PL), no podcast HNT TV Entrevista.

DISPUTA POR APOIO

O vereador ressaltou a corrida dos pré-candidatos ao governo e Senado pelo apoio de Flávio. Ranalli, que é pré-candidato a deputado federal, viajou para Sinop (480 km de Cuiabá) onde foi realizada, nesta semana, feira do agro que contou com a participação do presidenciável. Embora mais vazio que nas edições a qual Jair esteve presente, Ranalli amenizou o esvaziamento ao fato de que não era feriado e disse que o número de pessoas na plateia não diminui o "tamanho" de Flávio nessas eleições. Para o vereador o que deve ser considerado é o número de políticos no evento.

"Não se pode medir o tamanho que o Flávio Bolsonaro tem ou pode alcançar, apenas por aquele evento; deve-se medir o apoio do conglomerado político ao redor dele. Se você reparar hoje, os dois principais candidatos ao governo querem apoiá-lo. Dos candidatos ao Senado, apenas um não quer o seu apoio por ser ministro do presidente Lula", explicou.

Deve-se medir o apoio do conglomerado político ao redor dele

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o senador Wellington Fagundes (PL) foram os dois pré-candidatos ao governo que disputaram a atenção de Flávio diante dos holofotes.

Entre os candidatos ao Senado, apenas o deputado federal José Medeiros (PL) e o ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) estavam no palco, aumentando as especulações sobre uma possível 'dobradinha' entre os dois.

Em mais uma amostra que o seu posicionamento político diverge do pai, Flávio afirmou que o PL tem candidatos oficiais ao governo e Senado, mas ele, na condição de presidenciável, deve somar apoios - no plural - e, por isso, vai abrir diálogo com outros partidos.

A declaração do pré-candidato abre margem para composições negociadas nos bastidores com o MDB, por exemplo. A sigla, que tem a deputada estadual Janaina Riva (MDB) como presidente em MT, tenta uma aproximação há meses com o PL, mas é vetada por ala mais conservadora.

Ranalli está na ala que defende uma aliança não só com o MDB, mas com todos os partidos que estão dispostos a somar com o projeto de Flávio Bolsonaro e dos demais pré-candidatos do PL. Segundo o vereador, no final, o que importa são os "votos na cumbuca". 

Daniel Souza/HNT TV

Rafael Ranalli
 

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