O ex-presidente da Aprosoja Brasil e pré-candidato ao Senado, Antônio Galvan (Avante), ainda não esqueceu a puxada de tapete que recebeu do Democracia Cristã. O partido não apoiou sua candidatura e condicionou sua permanência na sigla, a Galvan aceitar compor como suplente na chapa da deputada estadual Janaina Riva (MDB). Ele preferiu romper com o DC a dividir o palanque com Riva.
"Quando a minha esposa Paula me deu a notícia não aceitei de forma nenhuma. Até hoje me deixa indignado a proposta de ser suplente da Janaina", disparou Antônio Galvan à imprensa nesta semana.
Galvan chegou a classificar a composição que o colocaria ao lado de Janaina como uma "negociata" entre o prefeito de Sinop, Roberto Dorner (PL), e o senador Wellington Fagundes (PL). A resistência a Riva, segundo ele, não tem motivação pessoal e se deve ao fato da deputada presidir o MDB, sigla com histórico vinculado à esquerda. Como 'bolsonarista raiz', Galvan foge de qualquer associação com o nomes distanciados do espectro da extrema-direita.
Ao recusar a suplência, Galvan iniciou sua saga para a escolha de um novo partido. Ele bateu a porta no PL que não o aceitou como pré-candidato para não afetar a chapa com o deputado federal José Medeiros (PL). O Podemos também foi procurado, o pré-candidato quase "noivou" com o partido, mas a negociação acabou não avançando e Antônio Galvan fechou com o Avante.
O pré-candidato afirma que fará "carreira solo" na campanha, deixando de apoiar nomes na disputa pelo governo.
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