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Política Segunda-feira, 08 de Agosto de 2016, 14:05 - A | A

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Segunda-feira, 08 de Agosto de 2016, 14h:05 - A | A

REALIDADE DE CUIABÁ

Quatro dos seis candidatos a prefeito em Cuiabá já tiveram ou tem problemas com a Justiça

PABLO RODRIGO

Encerradas as convenções partidárias nesta sexta-feira (5), com as escolhas de candidatos a prefeitos, vice-prefeitos e vereadores, a Justiça Eleitoral terá até o dia 15 de agosto para julgar os pedidos de registros de candidaturas no cartório eleitoral.

 

 

Reprodução

montagem

 

Mesmo com as definições, mudanças poderão ocorrer, caso haja algum problema de ordem jurídica nas candidaturas majoritárias e proporcionais. Em Cuiabá, que terá seis candidatos na disputa, a maioria já teve ou tem problemas com a Justiça.

 

O deputado estadual Emanuel Pinheiro, candidato do PMDB, tem uma ação na Justiça sobre a utilização de  esmeraldas falsificadas para quitar uma dívida de empréstimo com o empresário Samim Kamel Rahal.

 

A ação de cobrança contra o deputado começou em dezembro de 2002 e, desde então, várias decisões já foram proferidas tanto em 1ª instância quanto no Tribunal de Justiça. Emanuel vem perdendo todas, mas ingressa com recursos para não efetuar o pagamento.

 

O valor de R$ 71,9 mil, que Emanuel tomou emprestado em 1991, sofreu reajuste e chega atualmente ao montante de R$ 1,2 milhão. A época do empréstimo, Salim Kamel era amigo de Emanuel Pinheiro e emprestou o dinheiro sem saber qual seria o destino já que Pinheiro não disse para que precisava dos R$ 71 mil.

 

Como garantia, o deputado teria dando cerca de dois quilos de pedras preciosas com laudos atestando que seriam esmeraldas brutas no valor total de R$ 247 mil. No entanto, ao procurar uma perícia para avaliar as pedras, Kamel descobriu que eram apenas berilos - resíduos de pedras, cujo valor comercial é bem abaixo valor das esmeraldas.

 

Já o deputado estadual Wilson Santos (PSDB) é alvo de um bloqueio de mais de R$ 22,9 milhões por determinação do Ministério Público Federal, sob a suspeita de envolvimento em um suposto direcionamento do processo licitatório realizado em 2005.

 

De acordo com o MPF, em 2005, a Prefeitura realizou concorrência pública sem previsão orçamentária e suposta fraude, no sentido de direcioná-la para que a construtora Conspavi vencesse o processo.

O projeto do Rodoanel compreende a construção de uma ponte de 214,3 metros sobre o Rio Cuiabá e de um viaduto de 220m.

 

O ex-juiz federal Julier Sebastião, candidato pelo PDT, teve o seu nome envolvido na Operação Ararath, sob suspeita de ter atuado enquanto juiz, em processos do interesse do grupo representado por Osvaldo Cabral, apontado como lobista de empresas na área de construção civil.

 

Em troca, o então juiz federal supostamente recebia uma mesada entre R$ 15 mil e R$ 20 mil. Atualmente as investigações estão paralisadas por conta da decisão do Tribunal Regional Federal (TRF) que afastou o juiz federal Jefferson Schneider e as investigações podem ser anuladas.

 

A ex-senadora Serys Slhessarenko, que também disputará o Palácio Alencastro, também teve o seu nome envolvido no escândalo conhecido com a "Máfia dos Sanguessugas". Serys foi citada de envolvimento depois que Luiz Antonio Vedoin, operador do esquema no Congresso, afirmou ter pago R$ 35 mil ao genro dela, Paulo Roberto Ribeiro, em troca de emendas para a compra de ambulâncias. Em 2003, ela apresentou cinco emendas para a compra de ambulâncias. Dessas, duas foram para a Planam, empresa que coordenava a máfia. 

 

Apenas os candidatos Procurador Mauro (PSOL) e Renato Santana (Rede), não tiveram seus nomes envolvidos em algum tipo de investigações. 

 

Também são candidatos a prefeito de Cuiabá, o procurador da Receita Federal, Mauro Cesar de Lara, o procurador Mauro (PSOL), e Renato Santana (Rede). 

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Carlos Nunes 08/08/2016

Puxa vida! Foi bom saber de tudo isso ANTES DA ELEIÇÃO...quem é tolo para votar em candidato que passou esmeraldas falsificadas; ou candidato que direcionou processo licitatório; ou que recebia mesada; ou envolvido com máfia de sanguessugas? Só restaram o procurador Mauro e o Renato Santana...vamos ouvir suas propostas para Cuiabá; quem sabe são boas a beça. Tem que perguntar prós dois: 1) Se eleito prefeito, o que vai fazer pela cidade COM POUCO DINHEIRO? Não vale aumentar impostos, taxas, colocar o IPTU lá em cima, fazer empréstimos...porque isso qualquer bobó cheira-cheira faz - isso se chama botar a banca com o dinheiro dos outros, ou seja, com o Nosso Dinheiro. 2) O que vai fazer na prática pela Saúde de Cuiabá? Não adianta só apontar os defeitos existentes, fazer promessas...tem que demonstrar o que vai fazer na prática, antes da eleição.

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