Divulgada nesta quarta-feira (horário local), a ata também mostrou que a maioria dos membros afirmou que o BoJ não deve ter uma ideia pré-definida sobre o ritmo de aumento de juros, devendo analisar a economia, os preços e os mercados ao tomar decisões em cada reunião. Os dirigentes também compartilharam a visão de que as condições monetárias permanecerão acomodatícias, embora o BC tenha aumentado os juros na reunião de dezembro.
Um membro pontuou que o risco de esperar outra reunião para aumentar as taxas seria arriscado, dado o impacto do câmbio na inflação.
Ainda segundo o documento, alguns membros enfatizaram que taxa de juros real seria profundamente negativa, mesmo após o BoJ aumentar as taxas para 0,75%. Outros alertarem que devem ser considerados o iene fraco e a inflação subjacente para as novas decisões.
Em dezembro, o BoJ aumentou a taxa de juros em 25 pontos-base, para 0,75% ao ano.
(Com Agência Estado)
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