Política Quinta-feira, 04 de Agosto de 2022, 14:58 - A | A

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NESTA QUINTA

Paccola pede licença para se dedicar à campanha destacando que se sente nu desarmado

Vereador usou tribuna, na manhã desta quinta, para informar afastamento de 30 dias

ALEXANDRA LOPES
Da Redação

Câmara de Cuiabá

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O vereador Tenente Coronel Marcus Paccola (Republicanos), responsável pela morte do agente socioeducativo Alexandre Miyagawa, pediu licença das atividades parlamentares nesta quinta-feira (4) para se dedicar à sua pré-candidatura a deputado estadual, que deve ser homologada nesta sexta-feira, durante convenção partidária do Republicanos.  

Na sessão ordinária da última terça, Paccola se livrou de afastamento preliminar após a Comissão de Justiça do parlamento julgar improcedente a medida, protocolada pela vereador Edna Sampaio (PT). O vereador também se posicionou acerca da decisão do juiz Flávio Miraglia, da 12ª Vara Criminal de Cuiabá, que determinou a suspensão do porte de arma do parlamentar.

LEIA MAIS: Comissão de Justiça dá parecer contrário ao pedido de afastamento do vereador Paccola

“Hoje, protocolo meu pedido de licença porque amanhã vou me dedicar dia, noite e madrugada, nesses próximos dias, para campanha como pré-candidato. E, amanhã, se for assim acolhido pelo partido, acredito que nós estaremos cravando a nossa condição de candidato como deputado estadual para concorrer à vaga em Mato Grosso”, informou.

Quando se posicionou sobre a decisão que suspendeu seu porte de arma, o vereador afirmou que se sentia nu e ainda alfinetou Edna que, na sessão, que deliberou sobre a rejeição de seu pedido, colocou que sentia medo de Paccola. 

LEIA MAIS: Juiz determina suspensão do porte de arma de Paccola por atirar em agente socioeducativo

“Depois de mais de 20 anos, hoje, me sinto como se estivesse andando nu, como se estivesse pelado. Por decisão do juiz, e decisão judicial a gente está aqui para acatar, hoje não estou portando a minha arma de fogo, tive meu porte de arma suspenso. Algumas pessoas que se sentem amedrontadas à minha volta, pelo fato de estar portando uma arma de fogo, fiquem tranquilas agora, porque não posso mais, enquanto essa decisão não for revogada”, destacou. “No entanto, também tenho ciência que se algo acontecer em minha volta, nada eu vou poder fazer, senão assistir o que estiver acontecendo”, completou.

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Roberto Júlio 04/08/2022

Depois que ajeitaram as coisas para o 9 dedos, pode tudo.

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