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Política Segunda-feira, 17 de Junho de 2024, 16:57 - A | A

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Segunda-feira, 17 de Junho de 2024, 16h:57 - A | A

"PRECISAMOS PONDERAR"

Nelson Barbudo se manifesta contra "PL do aborto" contrariando Abilio e Coronel Fernanda

Deputado federal rechaçou proposta que condena gestantes vítimas de estupro a 20 anos de prisão caso cometam o aborto depois da 22ª semana de gravidez

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

O deputado federal bolsonarista Nelson Barbudo (PL) se manifestou contra o projeto de lei 1904/24, o "PL do aborto", que equipara ao crime de homicídio a interrupção da gestação por mulheres, inclusive as vítimas de estupro, até a 22ª semana. Conforme o deputado, a pena do predador sexual deve ser aumentada e a vítima que opta pelo aborto não deve ser tratada como criminosa. Nelson Barbudo foi na contramão dos correligionários Abilio Brunini e Coronel Fernanda, que são co-autores da proposta e defenderam a aprovação da tramitação em regime de urgência. 

"Sou contra o aborto inclusive nos casos de estupro, quando atingido a 22ª semana de gestação. Mas não concordo com uma pena de até 20 anos para a mulher, enquanto a pena do estuprador for inferior a essa proposta", registrou o deputado federal em suas redes sociais nesta segunda-feira (17). 

LEIA MAIS: "Estarrecida" com votação do 'PL do aborto', Janaina pede pena de morte a estupradores; veja vídeo

No país, o aborto é legal em duas condições: quando há risco à vida da mãe e o feto é anencéfalo (bebês que nascem com o cérebro subdesenvolvido). A pena atual é de 1 a 3 anos de prisão para suspeitos flagrados com envolvimento na interrupção da gravidez em condições ilegais. Com a aprovação do PL, as gestantes teriam de cumprir até 20 anos de prisão. 

Barbudo acredita que é necessário refletir mais sobre o aumento da punição. "Precisamos ponderar que o aborto não pode ser tratado como o crime de homicídio que tem pena de 20 anos de prisão", destacou o deputado. 

O posicionamento de Nelson Barbudo acompanha fala da vice-presidente da Assembleia Legislativa (ALMT) e procuradora especial da Mulher, Janaina Riva (MDB), que se disse "estarrecida" com a discussão na Câmara dos Deputados.

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