A candidata à presidência da República, a advogada mato-grossense Clariana Barão (DC), afirmou que não se sentiria confortável em apoiar o presidente Lula (PT) em um eventual segundo turno nas eleições de 2026. Porém, Clariana ainda não discutiu uma posição com o partido, deixando de acenar apoio ao candidato à presidência e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que chegou a sondar a mato-grossense para ser vice na chapa liberal.
"Não. Nós não temos um lado sinalizado. Eu, honestamente, não me sentiria confortável em apoiar o PT", falou Clariana Barão ao HNT Entrevista.
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A pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta terça-feira (25), aponta Flávio Bolsonaro numericamente à frente de Lula no cenário estimulado de primeiro turno. O senador aparece com 30% das intenções de voto, enquanto o presidente registra 29%. Na sequência, aparecem Renan Santos (Missão), com 5%, Ronaldo Caiado (PSD), com 4%, e Romeu Zema (Novo), com 3%. Considerando a margem de erro, os três estão tecnicamente empatados.
Ainda aparecem no levantamento Augusto Cury (Avante), com 2%; Samara Martins (UP), Rui Costa Pimenta (PCO) e Wilson Grassi (Democrata), com 1% cada. Clariana Barão e Hertz Dias (PSTU) registraram 0% das intenções de voto.
Apesar dos números, Clariana disse que não pretende antecipar uma decisão sobre eventual apoio. Segundo ela, a prioridade neste momento é consolidar a própria candidatura e ampliar a pontuação nas pesquisas.
"Entendo que o cenário ainda está muito dinâmico. Ainda podemos ter uma surpresa no que diz respeito ao Zema, ao Caiado e à Clariana", ressaltou.
A candidata afirmou que a estratégia é primeiro apresentar suas propostas e mostrar ao eleitorado o projeto que pretende defender antes de discutir alianças para um eventual segundo turno.
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"Não tratamos disso porque, primeiro, estamos fazendo um trabalho para começar a crescer e começar a pontuar. Na medida em que a nossa candidatura começar a pontuar, vamos pensar para onde iremos. Mas, primeiro, precisamos mostrar quem somos e a que viemos", concluiu.
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