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Política Sábado, 29 de Novembro de 2025, 16:10 - A | A

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Sábado, 29 de Novembro de 2025, 16h:10 - A | A

PRESIDENTE DE EL SALVADOR

Mauro Mendes afirma que Brasil precisa de um “Bukele” para acabar com a impunidade; assista

Governador defende por mudança radical na legislação para combater a criminalidade.

ALINE COÊLHO
Redação/Do Local

O governador Mauro Mendes (UB) evocou o nome do presidente de El Salvador, Nayib Bukele, como um modelo de pulso firme contra a criminalidade, durante uma declaração contundente por uma postura mais rigorosa contra o crime, no Brasil. O posicionamento ocorreu durante o balanço do programa Tolerância Zero na Segurança Pública, nedta semana.

No ponto mais enfático de seu discurso, com uma crítica direta à impunidade, que, segundo ele, precisa ser combatida com rigor legal e medo da pena. Em um clamor por uma mudança radical na legislação brasileira, o governador foi direto. 

"Que apareça um Bukele da vida aqui nesse país, que saiba o que tem que fazer e que tenha coragem de fazer. [...] As pessoas precisam voltar a ter medo da mão dura e da pena. O dia que nós fizermos isso, nós vamos ter um país verdadeiramente seguro." (Assista ao final). 

CONTEXTO CONTROVERSO

A referência do governador Mauro Mendes diz respeito a Nayib Bukele, o controverso e impetuoso presidente de extrema-direita de El Salvador. Bukele se tornou popular internacionalmente por ter conseguido domar a criminalidade e a atuação das gangues, conhecidas como "maras", que dominaram o país por três décadas. Sob sua gestão, a taxa de homicídios caiu drasticamente, saindo de 107 por 100 mil habitantes em 2015 para 2,3 por 100 mil em 2023.

Apesar da alta aprovação popular, que chega a 90%, e do autointitulado apelido de “o ditador mais legal do mundo”, a redução da criminalidade foi obtida às custas de um forte controle das instituições governamentais e do atropelo de padrões democráticos.

O país está em estado de exceção desde 2022, medida já renovada por 11 vezes. Nesse período, Bukele enviou mais de 70 mil pessoas para as prisões, suspeitas de filiação às gangues, e promoveu a destituição do procurador-geral, além de substituir juízes da Suprema Corte por aliados políticos.

VÍDEO: 

 

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