O senador Jayme Campos (UB) se mostrou irredutível quanto à sua pré-candidatura ao governo do Estado. No diretório do União Brasil, o parlamentar afirmou que só recua a pedido de Deus ou se seu pai e seu falecido filho, Jayminho, ressucitarem. Durante a declaração, nesta quarta-feira (1º), Jayme chegou a se emocionar.
"Não abro mão para ninguém, só essas três pessoas são capazes de me fazer recuar. Ademais, eu sou um homem corajoso. Eu perdi o medo, desde quando meu filho faleceu, de lá para cá, para mim tudo é igual. Nada me assusta mais. Sou um homem corajoso, valente. Já venci muita coisa na vida, não seria qualquer um cidadão desse Estado que vai impedir a candidatura de Jayme Campos", afirmou.
Questionado sobre as lágrimas nos olhos, o senador relembrou os 40 anos de vida pública sem envolvimento em escândalos. "Eu faço política porque gosto de fazer política", frisou.
Desde que anunciou sua intenção de concorrer ao governo, Jayme enfrenta resistência da ala no União Brasil ligada ao ex-governador Mauro Mendes, presidente estadual do partido. Mauro é apoiador do projeto de Otaviano Pivetta (Republicanos), recém-empossado no Paiaguás, à majoritária.
Se por um lado Pivetta tem a simpatia de alguns dos caciques estaduais, Jayme agrega uma vasta lista de prefeitos e lideranças municipais devido à sua atuação como parlamentar e aposta nas convenções para viabilizar a candidatura. Uma mudança de partido para assegurar o projeto também estaria entre as opções, mas com prazo apertado, já que a janela partidária se encerra na sexta-feira (3).
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