A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), reagiu à renúncia do vice Tião da Zaeli (PL) e afirmou que a confiança atribuída ao aliado não lhe deu retornos positivos, pelo contrário, trouxe consequências como a tentativa de cassação de seu mandato, após supostas irregularidades em uniformes escolares, arquivada no início deste ano.
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“Eu confiei nele, eu confiei muito no Tião, entregando a ele a articulação com a câmera. Porém, eu não tive essa devolutiva em 2025 e agora no início de 2026”, afirmou Moretti em coletiva nesta terça-feira (31).
Moretti explicou que a renúncia de Tião não a surpreendeu, já que o desgaste político do Executivo municipal ocorreu ao longo de todo o mandato, marcado por discussões e confrontos.
“Quem acompanhou 2025, já teve várias discussões, vários confrontos na forma de fazer gestão no município. Tanto é que ele indicou todos os secretários e a causa de eu responder uma CP, foi um secretário indicado por ele. Então, houve um confronto”, explicou Flávia.
A Comissão Processante mencionada ocorreu por suposta promoção pessoal de Flávia com o uso do slogan “Transparência, Trabalho e Progresso” em uniformes escolares da rede municipal. Porém, a denúncia e o processo foram arquivados.
Quando indagada sobre uma possível pressão no PL, após uma reunião do ex-vice prefeito na sede do partido, Flávia minimizou e explicou que as filiações da sigla dependem apenas dos presidentes.
“Se tem pressão em cima de mim, eu não sofro essa pressão. Quanto ao PL, quem decide quem é filiado ou não no partido são os presidentes. Então eles decidem”, ressaltou.
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