O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), minimizou a movimentação do PL em torno do diretório estadual do PRD em Mato Grosso. Na segunda-feira (30), o ex-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, ligado ao grupo do pré-candidato ao governo Otaviano Pivetta (Republicanos), foi destituído da presidência do partido. A dissolução do diretório foi articulada pela executiva nacional do PRD em prol de uma aliança com o PL, que tem o senador Wellington Fagundes como pré-candidato ao governo.
Abilio comparou a situação à destituição de Victório Galli da presidência do Democracia Cristã, em 2024, quando o partido era aliado à chapa do prefeito nas eleições municipais. "Se foi um jogo sujo agora, foi um jogo sujo também na época", afirmou Abilio à imprensa durante solenidade de posse de Otaviano Pivetta no governo após a renúncia de Mauro Mendes (UB) nesta terça-feira (31).
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Abilio lembrou que o DC havia fechado aliança com o PL em Cuiabá, mas o cenário mudou quando o grupo do então candidato Eduardo Botelho (UB) interferiu e acionou a Executiva nacional do Democracia Cristã para dissolver a coligação. "Então assim, eu já vi esse filme em 2024, o que acontece é da política, isso acontece o tempo todo", minimizou o prefeito.
Questionado se o 'tapetão' pegaria mal para Wellington Fagundes, Abilio voltou a diminuir o impacto da manobra. "Acho que isso daí são questões partidárias, faz parte do processo. Se o PRD mudou de diretor, de presidente e tudo mais, assim como em 2024 o DC mudou, é porque a nacional tem um outro pensamento ideológico, uma outra linha política e tomou essa decisão", ponderou.
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