O suplente de senador e ex-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, confirmou que todos os postulantes a candidatos do PRD migrarão em bloco para a federação União Progressista, que conjuga o União Brasil e o PP. Carvalho, que presidia o PRD até esta segunda-feira (30), foi pego de surpresa pela dissolução do diretório por ordem da executiva nacional da legenda. O arranjo se deve à projeção de uma aliança da sigla com o PL. Sob o comando de Carvalho, o PRD estava alinhado ao grupo do governador Mauro Mendes (UB) e do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), postulantes respectivamente ao Senado e ao governo do Estado.
"Eu, por enquanto eu vou ficar sem partido, mas meu grupo todo vem pro União Brasil e pro PP", explicou Carvalho nesta terça-feira (31) na sede do diretório do UB. A decisão de ficar sem partido, segundo ele, é um movimento estratégico, já que, como não é titular de mandato, não está pressionado pela janela partidária.
Carvalho também será coordenador de campanha do vice-governador Otaviano Pivetta e considera que, sem ligação a uma legenda, conseguirá dialogar com mais tranquilidade com outros partidos na formação do arco de alianças em torno do projeto de Pivetta ao Paiaguás.
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Estavam confirmados para se filiar ao PRD até o dia 3 de abril os deputados de mandato Paulo Araújo, Dilmar Dal Bosco, Walmir Moretto e Juca do Guaraná, que trocariam, respectivamente, o PP, UB, Republicanos e MDB para nova legenda.
Os secretários de Estado Gilberto Figueiredo e Allan Kardec, além do ex-deputado Mauro Savi também eram cotados para compor a chapa, considerada uma das mais viáveis do pleito à Assembleia Legislativa, podendo eleger de quatro a cinco deputados estaduais.
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