O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi (Podemos), detalhou o planejamento para a realização do novo concurso público do Parlamento Estadual, previsto para 2027. O anúncio confirma que a Casa já superou entraves jurídicos e assegurou os recursos orçamentários necessários para a contratação de novos servidores efetivos, visando suprir áreas técnicas essenciais.
Em coletiva de imprensa, nesta quarta-feira (27), o parlamentar disse que a realização do certame é fruto de um processo de estruturação que vem sendo estudado pela gestão para identificar as reais necessidades do Legislativo.
“Isso é uma necessidade, é algo que a gente já tem algum tempo estruturando, estudando. Estamos fazendo um trabalho dentro da Assembleia nesse sentido aí, de onde existe as necessidades. Nós temos algumas decisões ainda, algumas questões jurídicas que estavam nos impossibilitando”, declarou o presidente do Legislativo Estadual.
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Um dos pilares da proposta é a substituição gradativa de servidores comissionados por profissionais efetivos. Para Russi, essa transição é fundamental para o fortalecimento institucional.
“Temos os servidores que poderiam ser desligados, que poderiam ser novamente readmitidos, isso gerava uma dúvida nesse sentido, mas está praticamente superado. Então, nós precisamos realizar um concurso público e, independente do gestor, do ano de 2027, nós vamos fazer concurso para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso”, afirmou.
De acordo com parlamentar, embora a legislação eleitoral impeça a realização da seleção no momento atual, os recursos financeiros já foram devidamente assegurados dentro do orçamento.
“Havendo concurso público, a gente vai fazer uma substituição de servidores comissionados para servidores efetivos, o que é muito bom para a Assembleia Legislativa, porque o servidor efetivo, ele também tem um compromisso maior em termos de construir uma carreira ao longo da sua vida dentro do Parlamento Estadual”, concluiu.
O concurso integra um pacote de modernização administrativa que inclui a elaboração de um novo Plano de Cargos, Carreiras e Subsídios (PCCS), desenvolvido por uma Comissão Paritária entre gestão e servidores. O plano também prevê a correção de distorções na carreira e a criação de mecanismos de progressão por mérito, consolidando a estruturação das carreiras técnicas no Parlamento.
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