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Política Quarta-feira, 27 de Maio de 2026, 09:06 - A | A

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Quarta-feira, 27 de Maio de 2026, 09h:06 - A | A

NA CASA BRANCA

"Extremamente positivo", diz WF sobre encontro de Flávio Bolsonaro com Trump 

O senador do PL defendeu aproximação do Brasil com os Estados Unidos e destacou importância da relação comercial entre os países

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

O senador e pré-candidato ao governo, Wellington Fagundes (PL), avaliou o encontro do presidenciável, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com o presidente norte-americano, Donald Trump, como "extremamente positivo". Flávio esteve em Washington, capital dos Estados Unidos (EUA), nesta terça-feira (26), para audiência na Casa Branca. Segundo o G1, Flávio entregou documentos a assessores de Trump e em seguida entrou na sala do presidente para fazer uma foto.

"Procurar o presidente da maior nação do mundo é sempre muito bom", comentou Wellington.

Fagundes falou sobre a relação comercial entre os países, destacando a "vantagem" dos EUA. "Eles sabem a importância que o Brasil representa porque nós temos uma balança comercial onde os Estados Unidos têm vantagem", disse.

O senador também defendeu que o governo federal deve investir nessa proximidade com Trump. "Nenhum governo deve desistir de um relacionamento com os Estados Unidos", asseverou.

Os Bolsonaros têm uma longa relação com Donald Trump. O presidente norte-americano defendeu a liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e usou o aumento de impostos sobre produtos brasileiros, medida apelidada de 'tarifaço', para pressionar o presidente Lula (PT) a usar sua influência para interferir no julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) a Jair, mediando uma flexibilização. A estratégia de Trump não surtiu efeitos a Jair, mas escalou a crise econômica no Brasil.

Além disso, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), deixou o cargo no Legislativo para morar nos EUA. Ele acompanhou o irmão na agenda com Trump.

Entre os assuntos tratados por Flávio com o presidente, segundo o G1, esteve a classificação a facções criminosas, como o Comando Vermelho (CV), a grupo terroristas. Essa prerrogativa foi um dos argumentos utilizados por Trump na operação que implicou na prisão do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

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