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Política Terça-feira, 31 de Março de 2026, 08:50 - A | A

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Terça-feira, 31 de Março de 2026, 08h:50 - A | A

"DE CIMA PRA BAIXO"

Presidente do SD confirma acordo com PL em Brasília que implodiu PRD em MT

O presidente do Solidariedade em MT disse que federação está "tecnicamente" alinhada aos bolsonaristas pela candidatura de Wellington Fagundes ao governo

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

Como o HNT havia antecipado, a Federação do PRD/Solidariedade caminhará unida ao PL em Mato Grosso. O presidente do Solidareidade no estado, Marco Aurélio, se manifestou na manhã desta terça-feira (31) confirmando a construção de uma aliança com o Partido Liberal em torno da candidatura ao governo do senador Wellington Fagundes (PL). Segundo Marco Aurélio, se tratou de um acordo "de cima para baixo", ou seja, partindo da nacional.

LEIA MAIS: Nacional do Solidariedade 'rifou' Mauro Carvalho para selar aliança com PL

A movimentação em Brasília atingiu diretamente o PRD, que era presidido pelo ex-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho. O partido estava programado para receber os aliados do governador Mauro Mendes (União Brasil) nas chapas de deputado estadual e federal. Com a destituição de Carvalho, o grupo foi forçado a rever os quadros. A solução imediata é reacomodar uma parte dos candidatos no União Brasil.

Ao ser questionado sobre o acerto com o PL, Marco Aurélio foi sucinto e direto, afirmando que a federação está "tecnicamente" alinhada aos bolsonaristas. A confirmação por parte da nacional também foi feita de forma monossílabica. O secretário-geral do Solidariedade, Luizão, que defendeu a permanência de Marco Aurélio na presidência em MT, disse apenas que ele "iria gostar" do encaminhamento pois não fugia da sua orientação política pessoal, inclinada aos conservadores.

Mendes criticou o "acordão" feito em Brasília contra Carvalho com o intuito de enfraquecer seu grupo. Sem fazer acusações diretas aos adversários, o governador ironizou e disse que só não suspeita do "Papai Noel". O governador também fez críticas ácidas ao loteamento de partidos.

"Eu não quero acusar ninguém antes que eu tenha certeza, mas no Brasil sempre existe alguém pronto pra vender um partido e alguém pronto pra comprar partido", disparou Mauro Mendes à imprensa na tarde desta segunda-feira (30). 

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