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Política Terça-feira, 31 de Março de 2026, 16:34 - A | A

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Terça-feira, 31 de Março de 2026, 16h:34 - A | A

APROXIMAÇÃO BARRADA

Medeiros diz que polêmica está superada e PL não terá aliança com MDB

Deputado afirma que partido já definiu candidaturas e descarta espaço para aliados como Janaina Riva na composição majoritária

GABRIEL BARBOSA E BIANCA MORTELARO
Da Redação e Do Local

O deputado federal José Medeiros (PL) afirmou nesta terça-feira (31) que não há espaço para o MDB na composição da chapa majoritária da direita em Mato Grosso. A declaração foi dada durante coletiva durante a posse do governador Otaviano Pivetta na Assembleia Lesgilativa de Mato Grosso (ALMT), e ocorre em meio ao acirramento da disputa interna no Partido Liberal.

Segundo Medeiros, a possibilidade de inclusão do MDB, partido da deputada estadual Janaina Riva, chegou a gerar desconforto dentro da sigla, mas já foi superada após conversas com a direção partidária.

“Para mim supriu a carta, porque tinha testemunhas. O presidente assegurou que não tem isso de MDB na chapa, então para mim está tudo certo”, declarou.

A fala ocorre dias após divergências públicas entre Medeiros e o senador Wellington Fagundes (PL), que vem articulando alianças e não descarta aproximações fora do núcleo mais fiel ao bolsonarismo.

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DEFESA DE CHAPA “PURO-SANGUE”

Durante a coletiva, Medeiros reforçou que o PL já possui definição interna e que a prioridade é manter uma chapa alinhada exclusivamente ao partido e ao projeto nacional da direita.

“No PL está definido: Medeiros é candidato ao Senado, e não pré-candidato, eu fui escolhido pelo partido, Wellington ao governo e Flávio Bolsonaro à Presidência. Então isso está definido!”, afirmou.

A resistência à entrada do MDB está diretamente ligada ao temor de divisão de votos, especialmente na disputa ao Senado, considerada estratégica pelo grupo político do ex-presidente Jair Bolsonaro, além da questão ideológica. Medeiros destacou que a orientação segue a linha de Bolsonaro, que prioriza a formação de maioria no Senado Federal. Segundo ele, a inclusão de novos partidos na chapa pode comprometer esse objetivo.

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“O presidente deixou claro que não quer correr o risco de dividir votos. O foco é garantir força no Senado”, pontuou.

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