Otaviano Pivetta mal sentou na cadeira de governador de Mato Grosso e já enfrenta o risco de perder o apoio de uma chapa de deputados estaduais com potencial estimado em 350 mil votos. O alerta foi feito pelo seu antecessor, Mauro Mendes, no fim da manhã desta quarta-feira (1º), primeiro dia de Pivetta como titular do Palácio Paiaguás.
Desde cedo, Mauro participa de uma reunião na sede do União Progressista, em Cuiabá, onde tenta destravar a acomodação dos candidatos do seu grupo político que estavam alinhados ao PRD. O plano foi inviabilizado após intervenção do Diretório Nacional, que determinou apoio à candidatura do senador Wellington Fagundes (PL) ao governo do Estado.
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O principal entrave para a realocação do grupo no União Progressista seria o veto do deputado Diego Guimarães à filiação do colega Sebastião Rezende ao Republicanos. Diante do impasse, Mauro passou a ser pressionado pelos deputados estaduais, que condicionam a permanência no grupo à garantia da vaga para Rezende.
O recado foi direto: sem solução, há disposição para retorno ao PRD — com apoio a Wellington Fagundes como alternativa para preservar os próprios projetos eleitorais.
Ao telefone, e diante de um grupo de parlamentares, Mauro Mendes avisou Pivetta que, se não viabilizar a filiação de Sebastião Rezende ao Republicanos, pode perder o apoio de nomes como Dilmar Dal Bosco, Paulo Araújo, Gilberto Figueiredo, Adenilson Rocha e Mauro Savi, entre outros.
Segundo relatos de bastidores, a chapa reúne 19 nomes, com potencial para eleger entre quatro e cinco deputados estaduais e alcançar cerca de 350 mil votos.
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