Em declaração conjunta, as organizações se comprometeram a avaliar a gravidade dos impactos entre países e regiões por meio de compartilhamento de dados, coordenar um mecanismo de resposta - podendo incluir aconselhamento político direcionado e financiamento - e mobilizar partes interessadas relevantes, incluindo outros parceiros multilaterais.
"Nestes tempos de alta incerteza, é fundamental que nossas instituições unam forças para monitorar os desenvolvimentos, alinhar análises e coordenar o apoio aos formuladores de políticas para navegar nesta crise", acrescentou a declaração.
Segundo as instituições, a guerra no Oriente Médio causou grandes interrupções nas vidas e meios de subsistência na região e desencadeou uma das maiores escassez de fornecimento na história do mercado global de energia, o que afeta desproporcionalmente os importadores de petróleo, em particular os países de baixa renda.
"Estamos comprometidos em trabalhar juntos para salvaguardar a estabilidade econômica e financeira global, fortalecer a segurança energética e apoiar os países e pessoas afetadas em seu caminho para uma recuperação sustentada, crescimento e criação de empregos por meio de reformas", finalizou a nota.
(Com Agência Estado)
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