Quinta-feira, 11 de Junho de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Política Quinta-feira, 11 de Junho de 2026, 15:59 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Quinta-feira, 11 de Junho de 2026, 15h:59 - A | A

PALANQUE DA DIREITA

Lúdio crítica bolsonaristas por uso político da Marcha pra Jesus: "não podemos confundir"; veja vídeo

O parlamentar lembrou decisões recentes da Justiça Eleitoral sobre a atuação de lideranças religiosas durante campanhas eleitorais e alertou para situações que podem ser enquadradas como abuso de poder religioso

CAMILA RIBEIRO / BIANCA MORTELARO
Da Redação/Do Local

O deputado estadual Lúdio Cabral (PT) criticou o uso político da 29ª edição da Marcha pra Jesus de Cuiabá pela extrema-direita. Os trios elétricos do evento marcado para 20 de junho terão a presença em massa de pré-candidatos à Assembleia Legislativa (ALMT), Câmara dos Deputados e Senado, além do presidenciável Flávio Bolsonaro (Pl-RJ). Lúdio disse que é preciso separar política de religião. Para Lúdio, é necessário separar política e religião.

LEIA MAIS: Flávio Bolsonaro confirma presença na Marcha pra Jesus de Cuiabá; veja vídeo

"O que nós não podemos, de forma alguma, é confundir atividade política com religião, com espiritualidade. A marcha para Jesus é um evento importante que acontece em todo o Brasil", falou o deputado nessa quarta-feira (10).

Lúdio destacou que a Lei Federal nº 12.025/2009, que incluiu a Marcha pra Jesus no calendário oficial do país, foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo ele, o governo federal não utilizou a iniciativa para fins eleitorais. “Nós temos que separar a política da religião”, reforçou.

Por fim, o parlamentar lembrou decisões recentes da Justiça Eleitoral sobre a atuação de lideranças religiosas durante campanhas eleitorais e alertou para situações que podem ser enquadradas como abuso de poder religioso.

“Espero sinceramente que esses candidatos da extrema-direita não tentem se apropriar de eventos religiosos. Até porque há decisões recentes da Justiça Eleitoral que tratam desse tema”, concluiu.

VEJA VÍDEO

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros