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Política Quinta-feira, 05 de Fevereiro de 2026, 16:28 - A | A

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SEM VISTA GROSSA

Júlio Campos confirma demissão de assessor investigado na Operação Déjà Vu

Deputado exonerou servidor suspeito de fraude na dívida ativa de Cuiabá, em esquema que teria causado prejuízo de R$ 2,7 milhões

GABRIEL BARBOSA
Da Redação

O deputado estadual e vice-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Júlio Campos (União Brasil), confirmou, nesta quinta-feira (5), a demissão imediata de um assessor de seu gabinete, investigado pela Operação Déjà Vu. A ação, deflagrada pela Polícia Civil, apura um esquema de fraude no sistema da dívida ativa da Prefeitura de Cuiabá.

O servidor, Ildefonso Nilo da Silva Neto, é suspeito de utilizar credenciais indevidas para cancelar ilegalmente Certidões de Dívida Ativa (CDAs), o que teria causado prejuízo estimado em R$ 2,7 milhões aos cofres públicos. Segundo Campos, a exoneração ocorreu no mesmo dia em que a operação foi divulgada.

“Servidor que não estiver dentro da lei e da ordem é demitido sumariamente”, afirmou.

LEIA MAIS: Assessor de Júlio Campos é exonerado após ser alvo de operação por fraude na Prefeitura

O parlamentar destacou que não tolera irregularidades em seu gabinete e explicou que o investigado atuava como assessor externo, com salário de cerca de R$ 3,5 mil, sem funções estratégicas. Apesar disso, o nome do servidor foi associado a movimentações suspeitas.

“Infelizmente, parece que estava comprometido o seu telefone com algumas ligações perigosas em termos de impostos na Prefeitura de Cuiabá”, disse.

O ESQUEMA

A Operação Déjà Vu investiga a invasão e uso indevido do sistema GATweb, responsável pela gestão da dívida ativa de Cuiabá. Entre novembro de 2024 e janeiro de 2025, o grupo teria realizado mais de 133 mil cancelamentos irregulares de CDAs. A fraude foi identificada após a Procuradoria-Geral do Município detectar queda atípica nos registros de cobrança.

Além do ex-assessor parlamentar, a operação também teve como alvos ex-servidores da Prefeitura e advogados, que cumprem medidas cautelares, como restrição de acesso a órgãos públicos e uso de tornozeleira eletrônica.

REPERCUSSÃO

Embora Júlio Campos não seja investigado, o caso trouxe desgaste político ao gabinete. O deputado reforçou que sua postura foi de afastamento imediato e colaboração com as autoridades. As investigações continuam para apurar responsabilidades e identificar beneficiários do esquema.

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