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Política Quinta-feira, 05 de Fevereiro de 2026, 11:01 - A | A

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Quinta-feira, 05 de Fevereiro de 2026, 11h:01 - A | A

GUERRA DAS CPIs

Câmara de Cuiabá vira campo de batalha de CPIs às vésperas das eleições de 2026

Ministério Público arquiva caso Wiliam Leite, mas pressão política continua.

ALINE COÊLHO
DA REDAÇÃO

A Câmara Municipal de Cuiabá vive uma escalada de pedidos de Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) envolvendo a atual gestão e a administração anterior, em meio ao aquecimento do cenário eleitoral de 2026.

O primeiro foco recaiu sobre o secretário municipal de Trabalho, Wiliam Leite, ex-chefe de gabinete do prefeito Abilio Brunini (PL). As suspeitas ganharam repercussão após o próprio prefeito levantar questionamentos nas redes sociais, em janeiro.

Nesta semana, o vereador Daniel Monteiro (Republicanos) protocolou pedido de investigação, sob o argumento do dever constitucional de fiscalização. No entanto, na quarta-feira (4), o Ministério Público de Mato Grosso arquivou a apuração. Segundo o MPMT, perícia técnica não identificou indícios de ilegalidades nem prejuízo ao patrimônio público.

Apesar do arquivamento, a vereadora Maysa Leão (Republicanos) defendeu, em plenário nesta quinta-feira (5), a continuidade da apuração por meio de CPI. “A CPI não é uma condenação, é uma pergunta que deve ser respondida”, afirmou, ao tentar reunir as oito assinaturas necessárias para a abertura da comissão.

Em reação, a base aliada do prefeito apresentou pedidos de CPI contra a gestão do ex-prefeito Emanuel Pinheiro (MDB). O vereador Ilde Taques protocolou requerimento para investigar Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) firmados entre 2019 e 2024.

Paralelamente, o líder do governo na Câmara, Dilemário Alencar (União Brasil), coleta assinaturas para instaurar uma CPI sobre o programa municipal de crédito, incluindo a parceria com a Credisol. A proposta prevê a análise dos critérios de concessão e da transparência do modelo conhecido como “juro zero”.

Daniel Monteiro afirmou que a movimentação da base governista faz parte de uma articulação com o prefeito para atingir o limite regimental de cinco CPIs simultâneas. Segundo ele, ao alcançar esse teto, ficaria automaticamente inviabilizada a CPI para investigar Wiliam Leite.

FOCO NA LICITAÇÃO

Enquanto os novos pedidos tramitam, a CPI da CS Mobi, que apura o contrato do estacionamento rotativo, avançou para uma nova fase. Sob a presidência do vereador tenente-coronel Dias (Cidadania), a comissão passou a concentrar a investigação no processo licitatório de 2019 que deu origem à Parceria Público-Privada (PPP).

Os vereadores apuram possíveis indícios de direcionamento e a ausência de chamamento público nos estudos que fundamentaram a concessão.

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