O senador e pré-candidato ao governo, Jayme Campos (União Brasil), afirmou que pretende conduzir uma campanha baseada em propostas, mas avisou que não deixará ataques sem resposta durante a disputa eleitoral. Utilizando um ditado popular, o senador sinalizou que está disposto a reagir caso seja alvo de críticas ou acusações por parte dos adversários.
“É como aquela velha história: com ferro fere, com ferro será ferido. Eu, particularmente, faço tudo com altivez, com propostas, respeitando os possíveis pré-candidatos. Mas, se por acaso falarem, eu tenho que responder”, declarou.
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Segundo Jayme, sua estratégia será apostar em uma postura moderada para conquistar eleitores que, segundo ele, estão cansados de debates vazios.
“Eu quero fazer uma campanha limpa, levando propostas e ouvindo o que o povo de fato quer. O povo quer saber o que você vai fazer”, afirmou.
Os principais nomes que aparecem no cenário eleitoral ao lado de Jayme Campos são o governador Otaviano Pivetta (Republicanos), o senador Wellington Fagundes (PL) e a médica Natasha Slhessarenko (PSD). Otaviano tem um perfil mais discreto e evita entrar em polêmicas. Já Wellington é mais ácido e costuma usar as redes sociais para responder os desafetos. Essa é a primeira campanha em que Natasha estará como cabeça de chapa. A médica também costuma não ignorar as confusões em que é mencionada.
Atualmente, a queda de braço travada por Jayme é no União Brasil. Jayme ocorre dentro do próprio União Brasil. O senador diverge da ala comandada pelo presidente estadual, o ex-governador Mauro Mendes, que já manifestou apoio à pré-candidatura de Otaviano Pivetta.
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