Política Terça-feira, 28 de Junho de 2022, 20:23 - A | A

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CONJUNTURA PERFEITA

Emanuel vê aproximação de Neri e Márcia como oportunidade para MDB deixar a base do governo

Com o que, na perspectiva do prefeito, é uma “luz no fim do túnel” para os emedebistas, surge ainda a possibilidade do partido lançar o ex-prefeito de Rondonópolis, Percival Muniz à disputa pelo Paiaguás, conforme o que foi dito por Pinheiro

RAYNNA NICOLAS
Da Redação

Gustavo Duarte/Secom

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB) confirmou a possibilidade da primeira-dama, Márcia Pinheiro (PV) compor chapa com o pré-candidato ao Senado, Neri Geller (PP). Para o prefeito, a conjuntura se desenha como o “bote salva-vidas” dos emedebistas que devem deixar a base do governo de Mauro Mendes (UB). Inimigo político declarado do governador, Emanuel se referiu à gestão como um “barco furado”.

As declarações foram dadas durante a transmissão ao vivo semanal do prefeito, nesta terça-feira (28). Questionado sobre o assunto, o prefeito ressaltou que Márcia ainda mantém pré-candidatura própria ao Senado, mas confirmou serem verídicas as negociações com Geller.

O pré-candidato do PP, por outro lado, esperava contar com o apoio do governador Mauro Mendes que acabou de aproximando do senador e pré-candidato à reeleição Wellington Fagundes (PL). Mesmo sem nada confirmado da parte do governador, Geller já costura suas alternativas e deve levar tanto o MDB, quanto o PSD consigo.

Com o que, na perspectiva do prefeito, é uma “luz no fim do túnel” para os emedebistas, surge ainda a possibilidade do partido lançar o ex-prefeito de Rondonópolis, Percival Muniz à disputa pelo Paiaguás, conforme o que foi dito por Pinheiro na transmissão ao vivo. Os rumores, entretanto, não foram confirmados pelo ex-gestor rondonopolitano.

A pré-candidatura da ex-reitora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Maria Lúcia (PCdoB), que é a opção da federação PV, PT e PCdoB, é igualmente entusiasmante, segundo Pinheiro.

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Carlos Nunes 29/06/2022

Pois é, fazendo uma comparação entre o Liberalismo do Governo Bolsonaro e o Socialismo do Governo Argentino: 1) inflação no Brasil, segundo o IBGE, em 2019 ficou em 4,31%; em 2020 em 4,52%; em 2021 em 10,06%...depois do fique em casa e morra de fome. 2) inflação na Argentina, em 2019 ficou em 53%; em 2020 em 42%; em 2021 ficou em 50,9%. Ficou PIOR do que no Brasil...Ou não? A opção deles é o congelamento de preços, que vai piorar ainda mais...os custos não serão mais cobertos por causa do congelamento.

Carlos Nunes 29/06/2022

Pois é, tio Manuel passou todo tempo com picuinhas com o Governador...metendo o bedelho em tudo. Tio MM fez uma ótima administração...nesse tempo de crise da pandemia, do "fique em casa e morra de fome", fez mais do que era esperado. Contra ele só ficaram parte dos servidores públicos, por causa da taxação da Previdência nos 14%. Esqueceram que a Prefeitura já cobra 14% faz tempo, e os servidores municipais não reclamam. A turma do "quanto pior, melhor pra nós, senão a gente não ganha mais eleições", torceu de todas as formas pro fracasso do governo do tio MM e do Bolsonaro também. Agora tio Lula fez Federação Nacional com os Comunistas. E se ganhar o Comunismo vai governar o Brasil. Na Argentina, onde ocorre isso, a Inflação chegou à casa dos 50%. Socialismo/Comunismo não resolve coisa alguma. Se resolvesse seria uma beleza. Vão adotar uma Política de Congelamento de Preços, como se canetada resolvesse o problema.

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