A suplente de deputada estadual, Edna Sampaio (PT), afirmou que não vai defender a candidatura do ex-governador Pedro Taques (PSB) ao Senado. A petista trabalhava o nome à majoritária, mas a articulação foi enterrada pela nacional que avalizou Taques, replicando em Mato Grosso a aliança partidária do presidente Lula (PT) com o PSB do vice-presidente Geraldo Alckmin.
Edna negou que sua motivação é pessoal e disse que pedirá votos ao senador Carlos Fávaro (PSD) por entender que ele está alinhado com a Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB).
"Não vou defender o Pedro Taques, mas não tem nada de pessoal. Estou submetida a questão partidária", falou a suplente à Rádio Cultura nesta segunda-feira (8).
As chapas da esquerda foram formalizadas nesse sábado (6). A candidatura de Edna à majoritária foi suprimida a busca por uma vaga na Assembleia Legislativa (ALMT).
Edna lamentou o fato do PT não ter nenhuma candidatura à majoritária e ressaltou que o cenário prejudica o partido. Mas a suplente garantiu que não vai alimentar conflitos internos.
"Mais uma eleição sem majoritária. É muito ruim pois perdemos a oportunidade do eleitor conhecer o que o PT pode fazer. O PT preferiu assim, não tenho poder dentro do partido para definir uma posição. Nem mesmo o registro do meu nome foi apresentada a nacional", falou.
CHAPA DO PT À AL
Além de Edna, concorrem vaga na AL pelo PT: Lúdio Cabral, Valdir Barranco, Henrique Lopes, Eliane Xunakalo, Júnior Mendonça, Cézare Pastorello, Carlito Pereira, Alexandre Oliveira Nascimento, Emídio Antônio de Souza, José Wellington Pereira Campos, Robinson Cireia, Professor Dr. Carlão, Kota Cortes, Marta Tipuici Manoki, Honeide Silva Lima e Kamilly Barbosa dos Santos.
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