Quarta-feira, 26 de Agosto de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Política Quarta-feira, 26 de Agosto de 2026, 16:57 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Quarta-feira, 26 de Agosto de 2026, 16h:57 - A | A

CRÍTICAS A LULA

Barbudo chama empresário de “herói” e pede reação contra "governo da agiotagem"

O deputado federal defende redução da carga tributária para quem produz: “o governo que está sangrando a população”

DA REDAÇÃO

Reprodução/Assessoria

Nelson Barbudo

O deputado federal Nelson Barbudo (Podemos) endureceu as críticas à política econômica do governo federal e defendeu uma reação de empresários, produtores e trabalhadores contra o que considera um processo contínuo de aumento da carga tributária e das despesas públicas no país. O deputado participou nesta terça-feira (25) do Podcast do Borges, voltado ao setor empresarial, e denunciou o que chamou de ‘agiotagem’ do governo Lula.

Fiel aos princípios do bolsonarismo, Nelson Barbudo afirmou que o Brasil precisa voltar a criar condições para quem produz, investe e gera empregos. Para ele, o aumento dos custos, os juros elevados e a insegurança provocada pelas mudanças tributárias estão reduzindo a capacidade de investimento das empresas.

“Meu Deus, aonde vai parar? É o país que mais tributa. Tributa na hora que sai a matéria-prima. Tributa na hora que está sendo agregado o valor. Tributa na hora que vende. Tributa na hora que exporta. Mas o que é isso? O empresário brasileiro é um verdadeiro herói”, pontuou o deputado.

Ao longo da entrevista, Barbudo procurou estabelecer uma relação direta entre tributação das empresas e custo de vida da população. Na avaliação dele, a ideia de que novos impostos podem atingir apenas empresários ignora o funcionamento da cadeia econômica.

“Se aumentar o tributo, quem paga é quem está consumindo. É consumidor, é mercado. Isso é um mercado” – afirmou, acrescentando, com efeito: “E tem gente que ainda bate palma e aplaude um governo que está sangrando a população”.

Barbudo também citou estratégias utilizadas pelas empresas para evitar o repasse integral dos custos aos preços, como a redução da quantidade de produto nas embalagens. Para ele, há um limite para a capacidade de absorção desses aumentos antes que eles atinjam diretamente o consumidor.

O deputado relacionou a pressão tributária às dificuldades de caixa enfrentadas pelas empresas. Durante o programa, o apresentador relatou casos de negócios que antecipam receitas para pagar compromissos anteriores e questionou quanto tempo uma empresa consegue sobreviver nessas condições: “Não aguenta. Não aguenta”, respondeu Barbudo.

Os juros e multas cobrados sobre obrigações tributárias atrasadas também foram alvos de duros ataques a política econômica do atual Governo. Ao comentar a situação de empresas que recorrem a empréstimos bancários para regularizar débitos, fez uma das declarações mais duras da entrevista: “É a agiotagem. A luz do dia. No Brasil a agiotage é proibida, mas o governo executa ela à luz do dia”, acusou.

Segundo Barbudo, a simplificação do sistema tributário não pode servir como justificativa para uma carga maior sobre a atividade econômica. Para ele, qualquer mudança precisa ser avaliada pelo impacto efetivo sobre empresas, produtores e consumidores.

“Minha digital não vai estar nesse crime que estão cometendo quanto empresários”, afirmou, ao lembrar que votou contra a proposta quando tramitou pela Câmara dos Deputados. Na sequência, acrescentou: “Eu não sou expert em economia, mas também não sou um zé ninguém. Quando eu estudei a reforma tributária eu falei: ‘vai acabar o Brasil’”.

COBRANÇA DOS ELEITORES

Barbudo afirmou que pretende fazer da defesa de quem produz, empreende e gera empregos uma das prioridades de sua atuação em um eventual novo mandato. Para ele, a mudança da política econômica depende não apenas da Presidência da República, mas também da composição do Congresso Nacional e da formação de uma maioria capaz de barrar novos aumentos de impostos e rever medidas que, na sua avaliação, penalizam o setor produtivo.

“Não adianta você colocar a faca no meu pescoço e falar para mim assim, o que você está fazendo lá? Eu falo, tentando te ajudar. Só que se não for maioria, não vamos mudar o Brasil”, afirmou

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros