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Política Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2026, 09:37 - A | A

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Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2026, 09h:37 - A | A

NÃO É OBRIGATÓRIO

Após operação, Câmara avalia convocar suplente de Chico 2000

Legislação determina que sucessor seja chamado a partir de 120 dias de licença, porém, saída por escândalo financeiro pode implicar em chamamento extraordinário

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

O procurador-geral da Câmara de Cuiabá, Eustáquio de Noronha Neto, disse que a Mesa Diretora vai discutir a convocação do suplente do vereador Chico 2000 (sem partido), afastado pela Justiça por ser um dos alvos da Operação Gorjeta, que investiga 'rachadinhas' em emendas parlamentares.

Segundo Eustáquio, a legislação determina que o suplente seja convocado em licenças a partir de 121 dias. No entanto, caso sejam identificados prejuízos às atividades da Câmara, uma decisão do Supremo Tribunal Federal abre precedentes para que a presidente Paula Calil (PL) faça um chamamento extraordinário. 

LEIA MAIS: Instituto alvo de operação recebeu em três anos R$ 3,6 milhões em emendas de Chico 2000 para corridas de rua

Os vereadores ainda estão em recesso. O Legislativo retoma o Colégio de Líderes, sessões e demais atividades a partir da próxima segunda-feira (2), momento em que o caso será debatido.

"Se entendermos que a falta desse parlamentar trará ou possa trazer algum prejuízo aos andamentos, ok. A presidência terá a faculdade de fazer esse chamamento, mas não é obrigado. Por isso, que irão avaliar se fará o chamamento agora ou não", falou o procurador à Rádio Cultura nesta quarta-feira (28).

Caso Paula Calil defina pela convocação extraordinária, os suplentes do PL, Rafael Yonekubo e o secretário municipal de Relações Institucionais, Fellipe Corrêa, terão a oportunidade de retornar à Casa de Leis. Embora Chico tenha saído do PL, a legislação eleitoral prevê que sejam convocados os suplentes do partido a qual o vereador foi eleito.

OPERAÇÃO GORJETA

A Operação Gorjeta deflagrada pela Polícia Civil apura um esquema de "devolução" de recursos. O grupo teria se associado para direcionar emendas ao Instituto Brasil Central e à empresa Chirolli Uniformes, que depois retornavam parte do dinheiro ao vereador.

Os supostos crimes investigados são de peculato, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Chico sofreu o afastamento imediato das funções, bloqueio de bens e proibição de acesso à Câmara e à Secretaria de Esportes para a continuidade das investigações.

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