Sábado, 21 de Fevereiro de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Política Sábado, 21 de Fevereiro de 2026, 14:27 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Sábado, 21 de Fevereiro de 2026, 14h:27 - A | A

AUMENTO DE 4,16%

Abilio se nega a assinar reajuste na conta de água e estuda medidas para barrar aumento

Prefeito contesta reajuste de 4,16% previsto em contrato; concessionária pode aplicar novo valor na próxima semana mesmo sem o aval do Executivo.

DA REDAÇÃO

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, anunciou que não dará sua assinatura ao reajuste anual de 4,16167% nas tarifas de água e esgoto da capital. A decisão esbarra na estrutura técnica do Contrato de Concessão nº 14/2011, com a Águas Cuiabá, que prevê a recomposição automática de valores baseada em fórmulas econômicas.

Abilio encaminhou o caso para análise das procuradorias do Município, buscando brechas jurídicas ou administrativas para impedir o reajuste. “A prioridade da gestão é proteger o orçamento das famílias cuiabanas”, afirmou o prefeito.

No entanto, o modelo de concessão atual traz desafios para o poder público, uma vez que o reajuste é técnico e obrigatório para manter o equilíbrio financeiro da empresa.

A concessionária pode aplicar o índice após a validação da agência Cuiabá Regula, independentemente de um decreto ou autorização formal do prefeito.

Como o cálculo segue estritamente as regras federais e contratuais, o Município, enquanto poder concedente, não possui prerrogativa de veto no modelo atual.

CRONOGRAMA DE AUMENTO

De acordo com documentos enviados pela concessionária à agência reguladora, a previsão é que o novo valor seja oficializado já na próxima semana. Cabe à Cuiabá Regula apenas a conferência da memória de cálculo para garantir que não haja erros matemáticos ou desvios do índice inflacionário previsto.

A gestão Abilio tenta agora encontrar alternativas para evitar o repasse. Caso não encontre respaldo jurídico para barrar o índice integral, a prefeitura poderá tentar negociar um escalonamento ou compensações futuras, embora tais medidas também dependam de concordância da empresa e da agência reguladora para não gerar multas por quebra de contrato ao Município.

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros