Um homem de 36 anos foi alvo de uma tentativa de homicídio na noite de terça-feira (11), na entrada de um hotel em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. Apesar dos diversos disparos efetuados pelos suspeitos, a vítima não foi atingida.
Segundo informações repassadas à Polícia Militar, o homem estava no local para se hospedar quando aproximadamente quatro pessoas chegaram em um carro sedan preto. Três dos ocupantes desceram do veículo e atiraram várias vezes na direção da vítima.
Os disparos não atingiram o homem, mas provocaram danos materiais na área de entrada do hotel. Após o ataque, os suspeitos voltaram para o veículo e fugiram. Até o momento, o grupo não foi identificado ou preso. Durante o atendimento da ocorrência, policiais receberam denúncias anônimas e mensagens compartilhadas em grupos de WhatsApp com informações sobre a rotina e os deslocamentos da vítima.
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Nas mensagens, o homem era apontado, sem confirmação oficial, como possível envolvido em outros crimes. Entre as acusações divulgadas estava a de que ele teria entrado em residências de criminosos, roubado objetos e se apresentado como policial durante essas ações.
Também circulavam informações que relacionavam a vítima ao sequestro, tortura e morte de Wellington Eduardo da Costa, que, segundo os relatos recebidos pela polícia, teria sido sequestrado após um roubo em sua residência e encontrado morto na terça-feira (11).
A Polícia Militar ressaltou que essas informações são provenientes de denúncias anônimas e conteúdos compartilhados em aplicativos de mensagens e não foram confirmadas pelos policiais. Questionado, o homem negou qualquer participação no sequestro, tortura, morte ou nos demais crimes atribuídos a ele.
Diante da gravidade do caso, a Polícia Militar acionou a DHPP, que assumiu as investigações. Os policiais civis apreenderam o celular da vítima para análise e recolheram uma cápsula deflagrada e um projétil encontrados no local.
A Polícia Civil agora trabalha para identificar os autores, esclarecer a motivação do ataque e verificar as informações sobre o possível envolvimento da vítima em outros crimes.
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