Sexta-Feira, 13 de Dezembro de 2019, 16h:36

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A história se repete ...

Divulgação

Jovanildo / Sindal


O aumento de 11% para 14% da alíquota da previdência para os servidores públicos de Mato Grosso, aprovado pelo Conselho de Previdência, pode acabar se tornando para o Governo de Mauro Mendes o que representou o RGA para o Governo de Pedro Taques: o principal fator gerador de crise e desgaste. Outra semelhança: em pleno ano de eleições municipais. Além da bancada de oposição ao Governo na Assembleia, os sindicatos dos servidores prometem ir às ruas protestar contra a medida. Um deles é o Sindal (sindicato da Assembleia Legislativa), cujo presidente, Jovanildo Antonio da Silva, acusa o governo de "sucatear o serviço público” com a medida. Além da alíquota, a reforma do MTPrevi a ser enviada a Assembeia Legislativa prevê, ainda, o aumento da idade mínima para aposentadoria de 60 para 62 anos para as mulheres e para 65 para os homens (com no mínimo 25 anos de contribuição para ambos os sexos). Já o Governo, por sua vez, sustenta que vai reduzir o déficit da previdência em 25 bilhões em 10 anos.

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