Enquanto se prepara para se reunir com seus principais assessores, Trump demonstra confiança de que está perto de alcançar um entendimento que reabrirá o Estreito de Ormuz e lhe dará um argumento crível de que a capacidade nuclear iraniana foi reduzida o suficiente para declarar vitória, encerrando um conflito que tem sido politicamente impopular para os republicanos. Mas, do jeito que as coisas estão, o mandatário americano também corre o risco de ver o desfecho de sua guerra por escolha resultar em um final insatisfatório.
O acordo em formação adia muitas questões críticas para serem resolvidas mais adiante e já expôs Trump a críticas duras - inclusive de alguns de seus próprios apoiadores - de que os líderes linha-dura de Teerã sairão do conflito abatidos, porém fortalecidos. Tudo isso ocorre no momento em que as eleições de meio de mandato, que definirão o controle do Congresso, entram no foco e enquanto republicanos temem que a alta de custos e dos preços dos combustíveis esteja piorando o humor do eleitorado americano.
As conversas ficaram ainda mais complicadas depois que forças dos EUA realizaram um ataque "de autodefesa" no sul do Irã. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, disse que as negociações levarão mais alguns dias, enquanto Trump recorreu às redes sociais para reclamar que, mesmo que Teerã oferecesse uma rendição completa, a mídia retrataria o fim do conflito como o Irã obtendo "uma Vitória Magistral e Brilhante". Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
(Com Agência Estado)
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