Em uma carta enviada nesta terça-feira (26) a mais de 250 empresas, integrantes da bancada instam as companhias a condenarem os esforços de redistritamento, que os parlamentares descrevem como "ações coordenadas para silenciar as vozes negras nas urnas". Algumas dessas empresas haviam assinado, cinco anos atrás, uma mensagem própria ao Congresso pedindo que os legisladores aprovassem a Lei de Direitos de Voto John Lewis, uma proposta democrata para restaurar e atualizar a Lei de Direitos de Voto.
Essa coalizão de 2021, chamada Business for Voting Rights, contou com o apoio de muitas das empresas mais valiosas e influentes do país, incluindo Apple, Amazon, Google, Meta, Microsoft, Tesla, Salesforce, Target, PayPal, Intel e Starbucks.
A carta enviada nesta terça é o esforço mais recente da Bancada Negra do Congresso e de seus aliados para angariar apoio a fim de impedir que mais estados liderados por republicanos redesenhem seus mapas legislativos de maneiras que diluam a representação política negra. Vários Estados se moveram para eliminar distritos eleitorais do Congresso representados por parlamentares democratas negros após uma decisão da Suprema Corte dos EUA no mês passado que enfraqueceu severamente um dispositivo-chave da Lei de Direitos de Voto.
"Empresas que lucraram com consumidores negros, dependeram de trabalhadores negros e acumularam riqueza em parte a partir de comunidades negras não podem desviar o olhar enquanto o poder político negro é desmontado à vista de todos", disse em entrevista a deputada Yvette Clarke, presidente da bancada. Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
(Com Agência Estado)
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