Após o procedimento, um preenchimento na região dos glúteos e das coxas, a mulher começou a sentir um mal-estar e fortes dores e tomou remédios, alguns indicados pela própria médica.
A pedido da profissional da saúde, ela foi até o prédio novamente nesta terça e, ao chegar no local, sofreu parada cardiorrespiratória e não resistiu aos procedimentos de reanimação realizados pela médica e pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), o caso foi registrado como morte suspeita - morte acidental e homicídio no 27º Distrito Policial, que abrange a região onde o edifício está localizado. A médica responsável pelo preenchimento já foi ouvida, assim como a filha da vítima, que a acompanhava.
(Com Agência Estado)
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