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Terça-feira, 20 de Janeiro de 2026, 18h:30 - A | A

Trump diz que não irá a reunião do G7 em Paris na 5ª-feira e fala em baixar preço do petróleo

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que não irá comparecer a uma reunião do G7 na próxima quinta-feira, 22, em Paris, apesar de afirmar que tem um bom relacionamento com o primeiro-ministro inglês, Keir Starmer, e com o presidente da França, Emmanuel Macron.

"Eu me dou muito bem com eles Starmer e Macron. Eles sempre me tratam bem, porém, ficam um pouco mais valentes quando eu não estou por perto", disse Trump a repórteres na Casa Branca. Ontem, Trump postou em seu perfil na Truth Social mensagens privadas dele com Macron em que o líder francês propunha o encontro.

As declarações do republicano foram feitas em meio a tensões com potências europeias devido à ameaça de Trump de assumir o controle da Groenlândia. Questionado se iria agir militarmente sobre a ilha, ele disse apenas "vocês verão", sem dar mais detalhes.

Trump disse que há reuniões marcadas com autoridades europeias para discutir a Groenlândia. De acordo com o republicano, tanto a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) quanto os EUA "ficarão felizes" com o resultado das negociações.

O republicano comentou ainda que teria uma "ligação importante" com o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, em breve, mas sem detalhar o assunto a ser discutido pelos líderes.

Em relação ao Irã, Trump foi questionado sobre a possibilidade de um ataque ao país persa, mas voltou a dizer que o regime dos aiatolás recuaram no enforcamento de mais de 800 pessoas devido aos Estados Unidos. "Não posso dizer o que vai acontecer no futuro. Vamos esperar para ver o que acontece lá", disse.

O presidente ainda defendeu a ação da Venezuela, que depôs o ditador Nicolás Maduro, e disse que o petróleo venezuelano ajudará a derrubar os preços nos Estados Unidos. Trump ainda sinalizou que tomar conta do Canal do Panamá é "uma das opções", após ser perguntado por um repórter se um avanço na região "estava na mesa".

(Com Agência Estado)

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