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Política Terça-feira, 20 de Janeiro de 2026, 19:04 - A | A

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PLANO B

HNT TV: Margareth Buzetti nega recuo ao Senado e cita convites em caso de veto na federação

A suplente em Brasília pode ficar sem espaço caso Mauro Mendes confirme a candidatura e Jayme Campos repense projeto para 2026, optando por pleitear a reeleição

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

A suplente no Senado, Margareth Buzetti (PP), negou ao HNT TV Entrevista que tenha recuado de disputar as eleições de 2026 e afirmou ter dois convites para compor chapa à majoritária. A federação do União Brasil com PP, a União Progressista (UPB), pode lançar até dois nomes ao Senado. Buzetti pode acabar sem espaço, caso o governador Mauro Mendes (União Brasil) assuma o posicionamento de pré-candidato e o senador Jayme Campos (União Brasil) abra mão do projeto ao governo, passando a disputar a reeleição. 

LEIA MAIS: HNT TV: Buzetti admite "ruídos" e falta de diálogo com Fávaro: "lados diferentes"

Para não 'sobrar' no tabuleiro político, Buzetti deu passos em direção ao NOVO, se aproximando do partido que ainda não tem pré-candidato à majoritária, mas estaria disposto a bancar a suplente ao pleito. O Republicanos é outra sigla que tem simpatia pelo nome de Margareth que mantém bom relacionamento com o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), a quem ela defende como a melhor alternativa no grupo de Mendes para concorrer ao Paiaguás.

Margareth Buzetti admite que estar encurralada pelo cenário atual, mas foi positiva quanto ao futuro, indicando ter alternativas e ressaltou que sua intenção não é deixar o PP.

A federação pode sim ser um empecilho. Não gostaria de sair de sair do Progressista

"É possível ter um candidato do PP e outro da União Brasil. Mas a federação pode sim ser um empecilho. Eu tenho dois outros partidos e eu não gostaria de fazer isso, não gostaria de sair de sair do Progressista", falou a suplente com exclusividade ao podcast.

Essa não seria a primeira desfiliação de Buzetti do PP. Em dezembro de 2022, ela se filiou ao PSD com a condição de assumir o mandato do senador licenciado, Carlos Fávaro (PSD), após convite do presidente Lula (PT) para que ele ser empossado no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Mas a parceria acabou em 2025 quando o segundo suplente, José Lacerda (PSD), cobrou a execução do rodízio. Margareth cumpriu o acordo, Lacerda assumiu e ela retornou ao PP.

Tenho dois outros partidos que recebi convite

Desta vez, a saída também seria estratégica à exemplo da movimentação de 2022.

"Eu tinha um relacionamento no PSD nacional e não tinha no estadual. Mas aí voltei pro meu partido. Se ele me inviabilizar, eu tenho dois outros partidos que recebi convite. Mas vamos ver", concluiu. 

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