O vereador Ilde Taques afirmou estar “assustado” com o vazamento de áudios de conversas de um grupo com os 27 vereadores da Câmara Municipal de Cuiabá. Segundo ele, o material vazado em fevereiro expôs colegas e quebrou a confiança entre os parlamentares.
Taques disse que já há informações sobre quem teria vazado o conteúdo, a quem se referiu, em tom duro, como “vereador cagueta”, e disse que o nome se tornará público nos próximos dias.
“Então, eu fiquei muito assustado e sou contra esse tipo de vazamento [...] eu recebi uma ligação hoje [...] já estão sabendo quem é o vereador cagueta.[...] Não falaram o nome. Mas logo vocês vão saber”, afiançou.
O episódio, segundo ele, enfraqueceu o ambiente interno e deve levar tempo para ser superado.
TROCAS DE MENSAGENS
As gravações, cinco ao todo, vazadas em fevereiro, revelam falas atribuídas a Jefferson Siqueira (PSD) e Demilson Nogueira (PP).
Em dois trechos, Jefferson admite a existência de um “acordo” entre os colegas em torno do projeto que autoriza a conversão de férias em dinheiro.
Já nas três mensagens de Demilson predominam críticas à atuação da imprensa local, acusada de prejudicar a imagem da Casa.
Após o vazamento, durante a sessão plenária, na semana passada, o vereador Ilde Taques já havia saído em defesa de Demilson e condenado o vazamento.
Também ocorreu um esvaziamento do grupo de WhatsApp. Dez dos 27 integrantes decidiram abandonar a conversa após a divulgação dos áudios.
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