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Política Segunda-feira, 02 de Março de 2026, 18:04 - A | A

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Segunda-feira, 02 de Março de 2026, 18h:04 - A | A

FORMAÇÃO DA CCJR

Max minimiza queixa de Botelho após perda de espaço

Presidente da Assembleia afirma que escolha da CCJR seguiu o Regimento Interno.

ALINE COÊLHO
DA REDAÇÃO

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi, saiu em defesa da formação da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) para 2026 e negou qualquer irregularidade no processo. Segundo ele, o rito adotado foi o mesmo de 2025, com indicações formais, assinadas e nominais, sem votação secreta em plenário.

A manifestação ocorre após o deputado Eduardo Botelho (UB) questionar publicamente a escolha da presidência da comissão, hoje sob comando de Dilmar Dal Bosco (UB), com vice-presidência de Diego Guimarães (Republicanos).

Max afirmou que a Mesa apenas homologou as indicações apresentadas pelos blocos parlamentares e que a escolha do presidente e do vice foi decisão interna dos próprios membros da CCJR.

“Perguntei se tinha todas as assinaturas, ele [secretário legislativo] confirmou que tinha as assinaturas dos membros das comissões e dos membros indicados pelos blocos. Qualquer divergência eu terei que procurar os deputados para ver como eles fizeram isso e tomar alguma decisão”, disse.

Apesar do tom institucional, o pano de fundo é político. Botelho, que presidiu a CCJR em 2025, foi escanteado na nova composição e sequer apareceu como membro neste ano, movimento que gerou irritação no parlamentar.

Como resposta, Botelho migrou para o bloco de Janaina Riva (MDB), o Movimento Democrático Brasileiro, atualmente na oposição de Mauro Mendes (UB), embora siga se declarando “da base” do governo. 

Havia expectativa de que nesta segunda-feira (2) fosse publicada uma nova composição incluindo Botelho como mebro da CCJR, o que não se confirmou.

LEIA MAIS:  Botelho deixa bloco governista depois de ser excluído da CCJR 

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