O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi, saiu em defesa da formação da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) para 2026 e negou qualquer irregularidade no processo. Segundo ele, o rito adotado foi o mesmo de 2025, com indicações formais, assinadas e nominais, sem votação secreta em plenário.
A manifestação ocorre após o deputado Eduardo Botelho (UB) questionar publicamente a escolha da presidência da comissão, hoje sob comando de Dilmar Dal Bosco (UB), com vice-presidência de Diego Guimarães (Republicanos).
Max afirmou que a Mesa apenas homologou as indicações apresentadas pelos blocos parlamentares e que a escolha do presidente e do vice foi decisão interna dos próprios membros da CCJR.
“Perguntei se tinha todas as assinaturas, ele [secretário legislativo] confirmou que tinha as assinaturas dos membros das comissões e dos membros indicados pelos blocos. Qualquer divergência eu terei que procurar os deputados para ver como eles fizeram isso e tomar alguma decisão”, disse.
Apesar do tom institucional, o pano de fundo é político. Botelho, que presidiu a CCJR em 2025, foi escanteado na nova composição e sequer apareceu como membro neste ano, movimento que gerou irritação no parlamentar.
Como resposta, Botelho migrou para o bloco de Janaina Riva (MDB), o Movimento Democrático Brasileiro, atualmente na oposição de Mauro Mendes (UB), embora siga se declarando “da base” do governo.
Havia expectativa de que nesta segunda-feira (2) fosse publicada uma nova composição incluindo Botelho como mebro da CCJR, o que não se confirmou.
LEIA MAIS: Botelho deixa bloco governista depois de ser excluído da CCJR
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.



