Pompeo descreveu o regime islâmico do Irã como feito por "fanáticos religiosos" e frisou que os ataques do país persa a outros vizinhos islâmicos visa pressionar o governo americano. "A missão deles é fazer aliados ligarem para Trump para pedir que parem os ataques", pontuou.
Sobre perspectivas futuras, o ex-secretário comentou que os Acordos de Abraão devem avançar com EUA derrotando o Irã e que o Estreito de Ormuz pode perder importância no futuro com novos oleodutos sendo construídos no Golfo. Pompeo também voltou a criticar o acordo nuclear com Teerã feito no governo Obama, o qual "permitiu que os iranianos seguisse com programa nuclear".
Ele criticou o governo comunista chinês e a infiltração de companhias de tecnologia da China no Ocidente. "Maior poder contra Xi Jinping é o poder da democracia Ocidental", enfatizou.
Ao comentar os últimos atritos na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) entre os EUA e a Europa, o ex-secretário disse que a aliança vai sobreviver e ficar ainda mais forte com Trump. De acordo com ele, os europeus aprenderam "do jeito difícil" que precisam investir mais em defesa, ao mencionar a guerra da Ucrânia.
Ao ser perguntado sobre o que o deixa acordado à noite, ele citou o México e sua avaliação de que o país vizinho precisa acabar com cartéis. "Eles farão isso ou nós precisaremos fazer", alertou.
Pompeo serviu ao Departamento de Estado durante o primeiro mandato de Trump, de 2018 a 2021.
(Com Agência Estado)
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