A França e outros países prometeram reprimir a frota paralela de petroleiros que burla as sanções, estimada por especialistas em mais de 400 embarcações. Eles também estão tentando fechar acordos com os países que detêm as bandeiras desses navios para facilitar a abordagem. A Rússia está usando o que é descrito como uma "frota paralela" para burlar as sanções impostas devido à sua guerra contra a Ucrânia. A frota é composta por navios e petroleiros antigos, pertencentes a entidades não transparentes com endereços em países que não impõem sanções, e navegam sob bandeiras desses países.
A missão francesa foi conduzida em conjunto com o Reino Unido, que coletou e compartilhou informações que permitiram a interceptação do navio, de acordo com o que oficiais militares franceses relataram à Associated Press sob condição de anonimato para discutir detalhes da operação.
O navio operava sob uma bandeira falsa a partir das Ilhas Comores e sua tripulação era indiana, disseram as autoridades. Ele foi interceptado no Mediterrâneo Ocidental, próximo à cidade costeira de Almería, no sul da Espanha.
O presidente russo Vladimir Putin denunciou a interceptação como um ato de pirataria e alegou que o homólogo francês Emmanuel Macron iniciou a operação para desviar a atenção dos problemas internos da França.
*Fonte: Associated Press.
Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
(Com Agência Estado)
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