"Embora lamentemos que o presidente Trump tenha nos processado, acreditamos que a ação não tem mérito. Respeitamos o direito do presidente de nos processar e nosso direito de nos defendermos - é para isso que servem os tribunais", disse o banco, em nota.
O JPMorgan ainda enfatizou que não encerra contas por razões políticas ou religiosas, mas sim porque elas criam risco legal ou regulatório para a empresa.
"Lamentamos ter que fazer isso, mas muitas vezes as regras e expectativas regulatórias nos levam a isso. Temos pedido tanto a esta administração quanto às administrações anteriores para mudar os regulamentos que nos colocam nessa posição, e apoiamos os esforços deste governo para prevenir a instrumentalização do setor bancário", acrescentou a instituição.
(Com Agência Estado)
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