"O Brasil tem um cardápio grande de mercados que a gente abriu. E isso facilita muito. Por isso que eu citei a Indonésia, mas foi ter Filipinas também que a gente abriu. Citei Japão e estou citando a Coreia como um negociador", afirmou Viana.
No fim do ano passado, a China anunciou a imposição de cotas específicas por país para importação de carne bovina com a aplicação de uma tarifa adicional de 55% para volumes que excederem a quantidade.
A decisão foi comunicada pelo Ministério do Comércio (Mofcom) do país em 31 de dezembro e está em vigor desde o dia 1º. As medidas serão implementadas por três anos até 31 de dezembro de 2028 e atingem os principais exportadores da carne bovina.
O Brasil, principal fornecedor da proteína vermelha ao mercado chinês, terá uma cota de exportação de 1,106 milhão de toneladas sem tarifas adicionais neste ano. Em 2025, o Brasil exportou 1,7 milhão de toneladas de carne bovina para a China, portanto, a cota representa uma redução de cerca de 35% ou 600 mil toneladas.
Além dos países asiáticos, Viana também citou os Estados Unidos como um possível mercado a receber a produção de carne brasileira.
"Com a crise lá nos Estados Unidos, do tarifaço, que a gente também cresceu muito no ano de 2023, o ano passado não foi tanto, porque também a história das cotas. Mas esse ano a gente pode estar vindo com força", completou ele.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.