"Isso tem ocorrido tanto no domínio marítimo, com o aumento de patrulhas conjuntas, quanto no domínio aéreo, com patrulhas conjuntas de bombardeiros de longo alcance", disse o general, durante coletiva de imprensa da Otan. "É algo que precisamos prestar atenção", afirmou.
"Estamos constantemente tentando reforçar nossa postura e pensar em maneiras pelas quais os países podem fortalecê-la no Ártico", acrescentou Grynkewich, que também é comandante dos EUA para a Europa.
Grynkewich ainda disse que a Otan está pronta, se for solicitada, para planejar uma missão de proteção do Ártico, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar um esboço de acordo que, segundo ele, atende às suas exigências em relação à Groenlândia.
"Nós ainda não fizemos nenhum planejamento. Não recebemos orientações políticas para avançar", disse o general, após uma reunião do alto comando da aliança.
(Com Agência Estado)
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