Em comunicado, os ministros anunciam a decisão compartilhada de aderirem ao Conselho de Paz, e que cada país assinará os documentos de adesão de acordo com seus respectivos procedimentos legais.
"O objetivo é consolidar um cessar-fogo permanente, apoiar a reconstrução de Gaza e promover uma paz justa e duradoura baseada no direito dos palestinos à autodeterminação e à soberania, de acordo com o direito internacional", acrescentou a nota.
Falando à emissora pública italiana RAI, a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, indicou que Roma estava "interessada" no plano de Trump para o Conselho de Paz, mas afirmou que a Itália não poderia aderir imediatamente devido a restrições constitucionais.
O presidente da França, Emmanuel Macron, recusou o convite.
(Com Agência Estado)
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