Ao comentar a mobilização religiosa, Maduro defendeu a união nacional, a inclusão e a busca por soluções para o país por meio da "oração e ação".
No trecho final da publicação, afirmou que, com "essa força e essa fé absoluta", agosto deve ser um mês de "renascimento nacional", marcado por "diálogo sincero" e "reconhecimento espiritual".
A manifestação ocorre em meio às movimentações para a abertura de um canal de diálogo entre representantes do governo interino e da oposição venezuelana, com apoio dos Estados Unidos. As conversas podem abrir caminho para uma eventual negociação política e para a realização de novas eleições no país.
O ex-ditador da Venezuela foi deposto no começo do ano por uma intervenção militar americana. Ele segue detido no Metropolitan Detention Center (MDC), no Brooklyn, em Nova York.
(Com Agência Estado)
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