O ataque ocorreu em Kabal, uma cidade no Vale do Swat, na província de Khyber Pakhtunkhwa, onde manifestantes se reuniram perto de uma delegacia de polícia, entoando slogans e exigindo paz, disse o chefe de polícia do distrito, Omar Khan.
De acordo com testemunhas, pouco antes do ataque, oradores no comício disseram que garantir a segurança e eliminar a militância na região eram responsabilidade do Estado. Eles também acusaram as autoridades de não agirem de forma decisiva contra os grupos militantes, dizendo que os moradores queriam viver sem medo após anos de violência que devastaram a região.
O presidente do Paquistão, Asif Ali Zardari, e o primeiro-ministro, Shehbaz Sharif, condenaram o atentado, expressando profundo pesar pela perda de vidas.
Em declarações separadas, eles ofereceram condolências às famílias dos mortos, rezaram pela recuperação dos feridos e orientaram as autoridades a garantir que os feridos recebam o melhor tratamento médico possível.
Zardari e Sharif também disseram que a luta do Paquistão contra o terrorismo continuaria até que fosse erradicado. O Ministro do Interior, Mohsin Naqvi, também condenou o ataque.
O Vale do Swat já foi um reduto de militantes islâmicos que impuseram uma interpretação estrita da Sharia, ou lei islâmica, antes de o exército paquistanês lançar uma grande operação em 2007 que os expulsou e restaurou o controle do governo.
No entanto, os militantes ressurgiram no Vale nos últimos meses, alimentando temores de que o Taleban paquistanês esteja tentando recuperar uma posição na região.
Em resposta, os moradores repetidamente organizaram comícios anti-Taleban para protestar contra a presença dos militantes em todo o vale. Nenhum grupo reivindicou imediatamente a responsabilidade pelo atentado. Fonte: Associated Press
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
(Com Agência Estado)
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