Segundo Rubio, o primeiro passo nesse sentido é a reconciliação nacional. "Trata-se de um povo que, politicamente, vive dividido e em conflito há muito tempo. Será preciso observar modelos como o que se viu no Leste Europeu após a queda da União Soviética. Acredito que o papel que o governo dos EUA pode continuar desempenhando é o de facilitador de todo esse processo", afirma.
O secretário de Estado disse ainda que a Venezuela ainda enfrenta muitos problemas econômicos. "É por isso que sempre falamos sobre a fase um. Nossa prioridade era a estabilização, não queríamos que o país se transformasse em guerra civil, migração em massa, agitação civil e assim por diante", afirmou.
Segundo ele, o segundo passo é uma fase de recuperação. Para isso, é necessária uma economia funcionando, com leis e regras em vigor para que investidores dos EUA e de todo o mundo possam entrar e investir com segurança e "criar prosperidade", na sua avaliação.
Já em relação à Cuba, Rubio afirmou que, apesar de ser um país pequeno, ela ainda é uma "superpotência de influência e espionagem". "Se você olhar para a história da espionagem nos Estados Unidos, Cuba é o único país que consistentemente implantou e embutiu espiões em nosso sistema sem nem mesmo pagá-los", declarou.
O secretário de Estado também lembrou sobre o caso de Ana Belén Montes, cubana que atuou como "agente dupla" nos EUA, símbolo de uma das maiores falhas de inteligência por parte de Washington e "uma das maiores penetrações no sistema", na sua visão.
Já em relação à China, Rubio destacou a importância de se manter um bom diálogo com uma das "economias mais poderosas do mundo e afirmou que a relação entre o presidente Donald Tump e Xi Jinping é de respeito mútuo.
(Com Agência Estado)
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